Luz dos meus olhos
Vida do viver
Meus caminhos são mais tranquilos
Desde que te vi nascer...
Vida, alegria, lágrimas, sorrisos
Tudo isto você, meu pequenino, provoca em meu paraíso.
Dos momentos tristes, a sua chegada...
Fez-me acreditar num mundo sadio
Puro de alma e espírito.
Seu sorriso cativa em mim
O mais doce suspiro.
Ver seu crescimento
Curtir cada momento
Dos anos que ainda viverei
Espero te ver crescer puro
E amenizar meus sofrimentos...
Afilhado, filho querido!
Dos sorrisos, o mais lindo
Dos olhares, o mais angelical
Da pureza, a mais pura
Só me resta agora viver a vida
E esperar o meu final...!
Escrito por mim no dia 25/03/2009 para o meu querido sobrinho e afilhado Pedro Henrique, que tanto amo.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
SOFRIMENTO
Sofrimento é a dor que aprimora a alma, que amadurece os amantes, que atordoa e fere a calma.
Cada minuto de sofrimento equivale para quem sofre horas e talvez dias e anos. Nada cura, comove e irriga uma coração seco pelo sofrimento.
Os dias se tornam noites sombrias e as noites se tornam aconchego, pois a escuridão permanece no peito maltratando e ferindo a alma. A dor da morte é misteriosa, sofre-se pelo amado, mas é um sofrer que não cura, não se acalma...
É a dor que desatina, a saudade que acelera o peito e faz relembrar momentos, histórias, desejos, calor e amor... Tudo se transforma em solidão...
Escrito por mim no dia 24/03/2009 ( Flávia Adalgisa Silva Gomes)
Cada minuto de sofrimento equivale para quem sofre horas e talvez dias e anos. Nada cura, comove e irriga uma coração seco pelo sofrimento.
Os dias se tornam noites sombrias e as noites se tornam aconchego, pois a escuridão permanece no peito maltratando e ferindo a alma. A dor da morte é misteriosa, sofre-se pelo amado, mas é um sofrer que não cura, não se acalma...
É a dor que desatina, a saudade que acelera o peito e faz relembrar momentos, histórias, desejos, calor e amor... Tudo se transforma em solidão...
Escrito por mim no dia 24/03/2009 ( Flávia Adalgisa Silva Gomes)
MEDO
Ando pelas ruas perdida,
Cabeça confusa, olhos parados
Atordoados, cheios de saudade...
Procuro por você, nas esquinas,
Nos bares e nada encontro...
Por que se foi e me deixou aqui?
Você que sempre se preocupou comigo
Com meus anseios, sonhos e tristezas...
Jamais gostou de ver em meus olhos
Lágrimas de dor e fraqueza...
Preciso de ti, meu amor,
Mas nada posso fazer...
Nada mudará, a vida continua,
As horas passam e a cada minuto
A saudade machuca meu peito...
Que vontade do seu abraço, seus carinhos
Que em outros braços jamais terei...
Viverei buscando em outros braços
Os carinhos teus...
Tenho medo..... medo....
Às vezes nem sei o que estou fazendo....
Sentimentos confusos, difusos
Àvidos de atenção...
O que pensar? Sentir? Falar?
Se a vida agora pulsa no amor
Dentro do meu coração?
Escrito por mim no dia 20/03/2009 (Flávia Adalgisa Silva Gomes)
Cabeça confusa, olhos parados
Atordoados, cheios de saudade...
Procuro por você, nas esquinas,
Nos bares e nada encontro...
Por que se foi e me deixou aqui?
Você que sempre se preocupou comigo
Com meus anseios, sonhos e tristezas...
Jamais gostou de ver em meus olhos
Lágrimas de dor e fraqueza...
Preciso de ti, meu amor,
Mas nada posso fazer...
Nada mudará, a vida continua,
As horas passam e a cada minuto
A saudade machuca meu peito...
Que vontade do seu abraço, seus carinhos
Que em outros braços jamais terei...
Viverei buscando em outros braços
Os carinhos teus...
Tenho medo..... medo....
Às vezes nem sei o que estou fazendo....
Sentimentos confusos, difusos
Àvidos de atenção...
O que pensar? Sentir? Falar?
Se a vida agora pulsa no amor
Dentro do meu coração?
Escrito por mim no dia 20/03/2009 (Flávia Adalgisa Silva Gomes)
SOLIDÃO
O mundo agora me escolhe.
Me aponta,
Me ignora.
Numa espécie de repulsa,
Sinto-me só,
Neste grande e pequeno mundo...
Preciso voar...
Encontrar-me
Num crepúsculo encostar-me
Quem sabe uma dia lhe encontrar?
Minha solidão cessaria...
Os dias passam...
A noite me atormenta
As lágrimas rolam e meus olhos sangram
Pergunto: Felicidade, por que estás tão longe de mim?
Talvez ela nunca tenha chegado ou ido embora...
O mundo me espreme...
Sinto-me rebaixada
Os olhares maldosos de homens maldosos,
Bocas insanas de pessoas insanas
Tudo me maltrata.
O que fazer para curar esta dor?
Talvez devera morrer...
Aí sim... tudo me acalmaria
E em seus braços adormeceria ... e seria feliz!
Venha, venha me buscar...
Levar-me à lua de teus olhos,
À brisa que toca teu rosto,
Ao amor mais puro que já conheci...
Amor, eterno amor!
Tudo me dá medo
De dormir e acordar sem você
De sonhar e te ver sofrer...
De continuar a viver sabendo que não estás aqui...
Dói, dói a ponto de machucar
E perfurar a alma
Numa só lança, que fere o peito... e mata!
A solidão me consome...
A angústia sustenta meu interior...
Mesmo sorrindo
Mesmo me embriagando de saudade
És tu que estás no meu coração
Todos os dias...horas, minutos e segundos...
Não vejo a hora de te ver...
Podem demorar anos, décadas,
Meu amor é eterno e puro...
Como criança que nasce e não cresce
Permanece pura, indefesa... e permanece!
Escrito por mim no dia 18/03/2009 (Flávia Adalgisa Silva Gomes)
Me aponta,
Me ignora.
Numa espécie de repulsa,
Sinto-me só,
Neste grande e pequeno mundo...
Preciso voar...
Encontrar-me
Num crepúsculo encostar-me
Quem sabe uma dia lhe encontrar?
Minha solidão cessaria...
Os dias passam...
A noite me atormenta
As lágrimas rolam e meus olhos sangram
Pergunto: Felicidade, por que estás tão longe de mim?
Talvez ela nunca tenha chegado ou ido embora...
O mundo me espreme...
Sinto-me rebaixada
Os olhares maldosos de homens maldosos,
Bocas insanas de pessoas insanas
Tudo me maltrata.
O que fazer para curar esta dor?
Talvez devera morrer...
Aí sim... tudo me acalmaria
E em seus braços adormeceria ... e seria feliz!
Venha, venha me buscar...
Levar-me à lua de teus olhos,
À brisa que toca teu rosto,
Ao amor mais puro que já conheci...
Amor, eterno amor!
Tudo me dá medo
De dormir e acordar sem você
De sonhar e te ver sofrer...
De continuar a viver sabendo que não estás aqui...
Dói, dói a ponto de machucar
E perfurar a alma
Numa só lança, que fere o peito... e mata!
A solidão me consome...
A angústia sustenta meu interior...
Mesmo sorrindo
Mesmo me embriagando de saudade
És tu que estás no meu coração
Todos os dias...horas, minutos e segundos...
Não vejo a hora de te ver...
Podem demorar anos, décadas,
Meu amor é eterno e puro...
Como criança que nasce e não cresce
Permanece pura, indefesa... e permanece!
Escrito por mim no dia 18/03/2009 (Flávia Adalgisa Silva Gomes)
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